5 coisas que mudam na relação entre sogra e nora

5 coisas que mudam na relação entre sogra e nora

23 Outubro, 2016 0 Por Staline Satola

Um artigo do site M de Mulher, onde explica 5 coisas essenciais para o convivio com sua sogra!

1. A convivência

Muitas vezes, depois que os netinhos nascem, as sogras começam a visitá-los com frequência. Algumas mães gostam disso, como é o caso de Débora Nathália Miranda:

“a relação com a minha sogra é ótima! Ela sempre me tratou bem, lembra de mim em tudo o que faz, dá presentes, lava a louça da minha casa bagunçada. Depois do meu filho, tudo permanece do mesmo jeito: ela dá atenção para ele e continua sempre se lembrando de mim”, comentou.

Já outras mães se sentem desconfortáveis com a situação e não veem benefícios em conviver com tanta frequência.

“Não tive contato com a minha sogra durante toda a gestação. Depois que a minha filha nasceu, todo final de semana ela estava na minha casa querendo mandar em tudo e organizar as coisas do jeito dela”, relatou Mary Santos.

2. Os conselhos

Prepare-se: com a chegada do seu filho, a sua sogra indagará mais sobre os hábitos da família e as questões que envolvem o bebê.

“O que me incomoda são as mesmas perguntas todos os dias: ‘a bebê já mamou?

Está na hora de trocar a fralda? Ela quer dormir?’.

Como se eu não soubesse cuidar da minha filha e não conhecesse a rotina da pequena. E isso acontece todos os dias porque moramos muito perto”, escreveu Daniella Almeida Moura. Diferente dela, a mamãe Ellen Campagnaro Maion revelou que gosta de ouvir os conselhos da sogra:

“Ouço tudo o que ela tem a me ensinar, afinal, ela sabe muito mais do que eu. Adoro os toques e conselhos. Escuto e se acredito que devo adaptar algo, faço como acho melhor. Ajuda é sempre válida, principalmente vinda com carinho. Hoje sou muito feliz e grata por tudo o que ela é, fez e faz por nós”.

3. As comparações

Provavelmente, você vai ouvir com frequência a sua sogra relatar sobre como fazia determinadas coisas quando os seus filhos eram pequenos. Raphaelly Santos conta que escutou muitos palpites na gravidez, mas com o tempo aprendeu a ver o lado bom dessa troca:

“No começo eu ficava chateada, queria tudo do meu jeito e isso era frustrante para mim. Eu chorava, me abria com o meu marido e acabávamos discutindo por isso.

Depois vi que eu tinha um lado egoísta, pois minha sogra queria participar de alguma forma de tudo aquilo e eu também não estava sendo fácil com ela. Passei pelo processo de não me aborrecer com os conselhos – eu ouvia e dizia ‘está certo’ sorrindo. Às vezes ela estava correta, outras vezes não. Fui abstraindo o que me fazia mal e absorvendo o que fazia bem”, relatou.

4. A parceria

Em muitos casos, os palpites aumentam com a chegada dos netos, mas o companheirismo entre sogra e nora também pode ser fortalecido. Brunna Coutinho falou sobre essa relação:

“Eu e a minha sogra nunca fomos grandes amigas. Ela reprovava meu relacionamento com o seu filho, mas assim que o nosso bebê nasceu, ela se tornou uma das pessoas mais importantes das nossas vidas, pois nos apoiou desde o instante em que contamos a notícia até hoje”.

Marilia Brandão Dutra também teve uma experiência positiva e contou que, por incrível que pareça, ouviu menos palpites da sogra do que da própria mãe:

“No resguardo, a maior parte do tempo ela cuidou da minha casa, das roupas, da comida e não interferiu nos cuidados com o meu filho. Vez ou outra faz um comentário ou sugestão, mas não é insistente. Confesso que foi uma grata surpresa”.

5. As críticas

Elas também surgem junto com a chegada dos netinhos, mas o importante é que os pais conversem com as vovós para que elas respeitem as escolhas deles acima de tudo. Ana Carolina Parussolo, que sempre manteve uma boa relação com a sogra, disse que o diálogo funcionou no seu caso:

“Após alguns acessos de birra do meu filho de três anos, percebi que quando ela estava perto as crises de manha eram mais corriqueiras. Conversamos e pedi para que ela não tirasse a minha autoridade de mãe durante a correção, que não desse colo ou o paparicasse. Vem dando certo e estamos conseguindo educar o nosso Benjamin!”.

Iana Cristina Bellotto também passa pela mesma situação, pois a sogra quer oferecer alimentos para o neto que a mãe não aprova.

“Quando eu disse que não queria dar açúcar para o meu bebê até pelo menos os dois anos de vida, ela ficou louca e até chegou a dizer a tradicional frase: ‘eu criei os meus filhos assim e eles não morreram’.

“Quando dou comidas saudáveis para o meu filho, ela olha com a cara torta. Gostaria que a minha sogra me ajudasse tanto na educação quanto na alimentação dele”, comentou.