Angola

Conheça a história por detrás da "cri$e" econômica em Angola

Uma crise económica faz referência a um período de escassez a nível da produção, da comercialização e do consumo de produtos e serviços.

A economia é cíclica, ou seja, combina etapas de expansão com fases de contracção.

Estas flutuações sucessivas são conhecidas sob o nome de ciclo económico.
A crise em que os angolanos enfrentam tem dificultado o sonho de muitos cidadãos tendo em conta a precariedade das fontes de receitas e o facto de que hoje o sector privado ainda não possui uma verdadeira autonomia para cooperar com a criação de empregos em grande escala e com isso gerar riqueza, o Estado continua a ser o maior empregador, as pequenas iniciativas empresarias, em bom rigor não têm pernas para andar, assistindo-se a um despedimento em massa que essas entidades têm estado a protagoniza.

A inflação pela primeira vez na história da nação desde a independência (11 de Novembro de 1975) subiu a níveis alarmantes, as taxas de câmbios encontram-se instáveis em função do dólar Americano que vai tendo um alto protagonismo face a moeda nacional que vai conhecendo uma forte depreciação.

Os salários na função pública, além de já não corresponderem as actuais exigências em termos de despesas que cada família tem de realizar em função do seu agregado, também são pagos de forma atrasada.

Entretanto, estes e outros argumentos anteriormente proferidos devem suscitar um repensar de políticas macroeconómicas em Angola, acompanhadas de uma forte sindicância judicial de modo a se combater a corrupção com a aplicação da lei da probidade Administrativa e outros instrumentos legais que o país dispõe visando desencorajar aos órgãos, agente e funcionários do estado e não só à praticas de enriquecimento ilícito.

Como ultrapassar a crise?

Na nossa visão o facto da nossa economia estar muito dependente do sector petrolífero, os riscos que está sujeita são ainda superiores, porque com a queda deste recurso, maior parte dos projectos ficam condicionados, por falta de capital financeiro suficiente.

Como alternativa do actual quadro, devia-se partir para uma valorização de outras áreas, não apenas numa dimensão teórica, mas sim prática.

Ex: o sector agrícola e industrial poderiam ser as melhores apostas para inverter a crise, com a produção agrícola em grande escala.

Assim, haverá possibilidades de ajustar os preços dos principais produtos alimentares e se apostar na importação para outros mercados internacionais.

Outro grande desafio do executivo deve consistir na Industrialização da nossa economia, mediante a substituição de instrumentos, técnicas e processos de produção, resultando em aumento da produtividade dos fatores e a geração de riqueza.

Portanto, Angola não é único país em crise, gostaria de deixar uma palavra de alento e esperança que com trabalho, esforço e dedicação poderemos conhecer um quadro modificado num futuro próximo, desde que abracemos projectos que concorram para o crescimento e desenvolvimento da economia, e deste modo se promova o bem-estar económico, social e cultural das populações, em especial da juventude, dos idosos, das mulheres e das crianças.

Era tudo que se nos oferecia abordar em relação ao assunto, sendo certo que se cada um contribuir com as suas habilidades, faremos desse país, o melhor para se viver.

 

Colaboradora | Yaldina Teixeira

Staline Satola

Trabalho com gestão de conteúdo desde 2012! Atualmente procurando aprender mas acerca de CMS (WP).

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