Hoje vamos falar sobre uma Doença do Sistema Nervoso – Epilepsia

Hoje vamos falar sobre uma Doença do Sistema Nervoso – Epilepsia

27 Novembro, 2016 0 Por Staline Satola

Que infelizmente muitas são as pessoas que sofrem com tal enfermidade.

Epilepsia e uma perturbação da função cerebral, detestável no eletroencefalograma, que é acompanhada de conduta ou pensamento.


Classificação

A tradicionalmente chamada epilepsia de grade mal provoca crises convulsivas generalizadas com perda de memória.

Cada crise costuma vir precedida de uma sensação que o doente reconhece, seguida de um grito típico e de queda.

O doente estará sujeito a ter um traumatismo craniano provocado pela pancada ou pelas convulsões, e relaxamento de esfíncter com emissão de urina e fezes, assim como ejaculação de sêmen no homem.

O paciente desperta num estado de confusão ou algo entorpecido ou então cai num sono aparentemente normal que dura desde uns minutos até duas horas.

Quando recupera, queixa-se de dores musculares e dor de cabeça intensa.

Nesse momento, pode apresentar uma intensa bulimia que o leva a ingerir grandes quantidades de líquidos ou alimentos.


A epilepsia chamada grande mal pode manifestar-se de várias formas:

– Ausência ou crises de inconsciência total Muito leve (10-30 segundos), sem perda do tônus musculares, a um observa pouco experiente.

– A epilepsia mioclónica e aquela em que há apenado uma sacudida muito breve do corpo, ou uma flexão simultânea do tronco e antebraços.

– A epilepsia atômica, passa por ser um desmaiou do qual a pessoas afectada recupera rapidamente.

– Crises focais, Existem crises dos momentos motores localizados, podem dar-se alterações do pensamento, alucinações sensoriais, alterações perceptivas, do ânimo e da efetividade, etc.


Causas

– Talvez metade dos casos de epilepsia sejam sequelas de infecções e traumatismos com lesões cerebrais.

Estes casos aumentam nas zonas onde há pobreza e superpopulação, devido ao deficiente cuidado pré-natal, a má nutrição, e inclusivamente a negligência ou a violência.

– A epilepsia também pode ter uma componente hereditária ou aparecer como sintoma de tumores cerebral, ou de doenças vasculares ou metabólicas.

Nas crianças pequenas e necessário controlar as subidas importantes de febre e, especialmente, as descidas bruscas quase sempre pelo uso de medicamentos antitérmicos.


Tratamento das crises

E importante proteger a cabeça das pancadas, a língua das mordeduras (pondo um lenço entre os dentes), afastar qualquer objeto perigoso do alcance dia paciente.

É necessário consultar o neurologista para o diagnóstico correto do mal, da causa, se houver, e para prevenir futuras crises.


Tratamento dietético

– Prescindir por completo disse tóxicos tais como, Álcool, Tabaco, Café e drogas.

– Alimentação Alcalinizante

– Evitar as curas de jejum, assim como os regimes ricos em gordura e pobre em hidratos de carbono, porque exercem um efeito edificante no organismo.

– A alimentação vegetariana é a mais conveniente.

– Evitar a pressão de ventre, que pode favorecer o aparecimento de uma crise convulsiva.


Tratamento Físico

– Seguir um estilo de vida saudável e com hábitos regulares.

– Dormir às horas necessárias.

– O ar e a luz são indispensáveis, por isso, se for possível, convém trabalhar ao ar livre.

– Evitar exercícios físicos bruscos e desportos que envolvam riscos elevados, como mutação ou montanhismo, dada a possiblidade de se sofrer um ataque enquanto praticam.


Tratamento Psicológico

– O doente não deve sentir-se sozinho nem marginalizado, do ponto de vista social.

Os contatos amistosos e sociais são-lhes indispensáveis.

– Há que mantê-lo à corrente do processo psicológico que pode trazer consigo a repetição das crises.

– A psicoterapia também deve ter em conta que certos epilépticos “usam” a sua doença para atrair a atenção dos que os rodeiam ou para escapar de condições de vida difíceis ou incómodos.

– Em nenhum caso se deve permitir a condução de automóveis ou motocicletas, ou manobrar máquinas perigosas.