Angola

Jornalistas proibidos de cobrir julgamento dos supostos golpistas ao PR

As sessões de julgamento decorrem à porta fechada e aos jornalistas só será permitido reportar as alegações finais e a leitura do acórdão.

A equipa de juízes da 14ª Secção de crimes comuns do Tribunal Provincial de Luanda, encabeçada por João António Eduardo Agostinho, proibiu, aos jornalistas de acompanhar as audiências e a produção de provas do processo dos 37.

Segundo um oficial do tribunal, o juiz orientou os agentes da ordem para informar aos repórteres que só terão acesso à sala nos dias das alegações finais (o último confronto entre advogados e os representantes do Ministério Público) e do anúncio da sentença.

Foram interrogados os réus Isaac Arão, Luciano Samuel e Rafael Xiama que integram o grupo de 37 cidadãos acusados de crime de tentativa de destituição do Presidente da República, associação de malfeitores e posse ilegal de arma de fogo. Os 60 ex-militares das extintas Forças Armadas de Libertação de Angola (FNLA), antigo berço armado da UNITA, pretendiam invadir três instituições públicas, nomeadamente o Palácio Presidencial, a TPA e a RNA, no dia 31 de janeiro do corrente ano.

Staline Satola

Estudante do curso de Informática e Telecomunicações, faculdade de Engenharia, Univerdade Óscar Ribas. Trabalho com gestão de conteúdo desde 2012! Atualmente procurando aprender mas acerca de CMS (WP).

Artigos relacionados

Close
Close

Adblock Detectado

Considere nos apoiar desabilitando o bloqueador de anúncios
Ir para a barra de ferramentas