Angola

PR apela à maturidade e responsabilidade aos políticos

Num breve discurso, por ocasião da cerimónia de cumprimentos de fim de ano, o Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

Falou do ano difícil de 2016, da capacidade de superação dos angolanos e das eleições gerais de 2017, augurando que elas decorram num clima de tolerância política e de respeito pelas convicções individuais.

O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, apelou ontem, em Luanda, aos actores políticos no sentido de “fazerem prova de grande maturidade e responsabilidade” na abordagem de assuntos de interesse nacional, definindo projectos sobre o futuro da nação, tendo desejado que as eleições gerais de 2017 decorram num espírito de tolerância política e respeito pelas convicções de cada um.

Na cerimónia decorrida no Palácio Presidencial da Cidade Alta, José Eduardo dos Santos disse, na ocasião, que todos os passos necessários estão a ser dados pelas instituições competentes para a realização das eleições gerais em 2017 e para que os cidadãos eleitores exerçam o seu direito de escolher o Presidente da República e os deputados que dirigirão o país no próximo mandato de cinco anos. Disse desejar que os angolanos continuem a acreditar no seu pais e a contribuir, onde quer que estejam, para o engrandecimento da nação angolana, harmonizando os seus interesses individuais com os colectivos.

“Foi um ano difícil no domínio económico e financeiro, tal como o ano passado”, frisou o chefe de Estado angolano

Referindo que as empresas e as famílias tiveram de adaptar-se à situação e empreender acções e várias iniciativas para atenuar as dificuldades e criar condições para superar todos os desafios.

“As nossas receitas financeiras diminuíram e o Governo, as empresas e as famílias tiveram de habituar-se a gastar menos para resolver os seus problemas com êxito”, frisou.

Esta situação, segundo acrescentou, levou a que os angolanos, entre empresários, funcionários públicos, operários, camponeses, intelectuais e quadros, pudessem trabalhar e a poupar mais, fazendo tudo para multiplicar o existente, apesar da situação de crise que se vive, motivada por factores externos.

“Todos fizeram um esforço para que nesta quadra festiva de Natal e Ano Novo não faltasse o necessário e assim, mesmo com as limitações existentes, será possível celebrar a quadra festiva, reforçar a coesão familiar e cultivar o espírito natalício de fraternidade, solidariedade e paz num mundo em convulsão com conflitos a arrastarem-se por várias regiões. Angola mantém-se desde 2002 um país estável e pacífico, com as suas principais instituições democráticas a funcionar normalmente”, frisou.

Neste contexto, disse manter a confiança na capacidade dos angolanos de vencer todo o tipo de adversidades e de se empenhar para proporcionar a todos o maior bem-estar.

 

 

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Staline Satola

Estudante do curso de Informática e Telecomunicações, faculdade de Engenharia, Univerdade Óscar Ribas. Trabalho com gestão de conteúdo desde 2012! Atualmente procurando aprender mas acerca de CMS (WP).

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