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Arsenal, volta a perder e fica mesmo em casa

Eram mínimas as esperanças do Arsenal na eliminatória, depois do 5×1 em Munique, mas a primeira parte até foi bem conseguida, o que fez com que a crença surgisse. Só que, no fim, esta seria mais uma história de pesadelo.

Talvez por causa de um natural relaxamento bávaro, e descontando os primeiros 10 minutos, nos quais a equipa da casa esteve contraída a redefinir-se na estratégia (Welbeck lesionou-se no aquecimento, Giroud foi o substituto), o Arsenal até foi o mais perigoso da primeira parte.

Num duelo entre duas equipas que gostam de ter bola, esse domínio foi-se dividindo, ainda que com períodos maiores dos bávaros. Nada que incomodasse um Arsenal apostado em explorar os erros de uma defesa macia. Como aconteceu no golo de Walcott, já depois de Giroud mandar ao ferro e antes de os dois poderem ter feito o segundo.

Ao fim dos primeiros 45 minutos, era um 1×0 que mantinha acesa a esperança. Bem longe estariam os londrinos de imaginar o que viria depois…

Koscielny tudo mudou

O Arsenal voltou a entrar bem no segundo tempo, só que não marcou e permitiu ao Bayern manter tudo equilibrado no marcador. Depois, surgiu o penálti que Koscielny cometeu, vendo vermelho e permitindo a Lewandowski empatar.

Tudo se alterou. Wenger não abdicou dos seus princípios, manteve a sua equipa a tentar pressionar e atacar, não mudando sequer para ajustar a ausência de um central, o que se traduziu numa goleada.

Robben virou o resultado, Douglas Costa fez mais um e Arturo Vidal bisou, já com Renato Sanches em campo, ele que contribuiu para o último golo do desafio.

Staline Satola

Estudante do curso de Informática e Telecomunicações, faculdade de Engenharia, Univerdade Óscar Ribas. Trabalho com gestão de conteúdo desde 2012! Atualmente procurando aprender mas acerca de CMS (WP).

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