Curiosidades sobre a Estátua da Liberdade

Curiosidades sobre a Estátua da Liberdade

13 Março, 2017 0 Por Staline Satola

Conheça algumas curiosidades sobre a Estátua da Liberdade. Em que ano foi construída? Quem a construiu? Quanto mede e quanto pesa? 

Conhecida mundialmente como Estátua da Liberdade, apesar do seu nome oficial ser “A Liberdade Iluminando o Mundo”, foi construída, numa pequena ilha na entrada do porto de Nova Iorque, para comemorar o centenário da Declaração da Independência dos Estados Unidos da América (EUA), em 1876.

 

Quem construiu e projectou a Estátua da Liberdade?

Projetada e construída em França, pelo escultor Frederic-Auguste Bartholdi, com a ajuda de Eugene Emmanuel Viollet-le-Duc e de Alexandre-Gustave Eiffel (arquiteto responsável pela Torre Eiffel) para celebrar uma batalha que os norte-americanos venceram aos ingleses, razão pela qual levou os franceses a presentearem os EUA com este monumento.

Concluída em julho de 1884, a estátua foi transportada de barco até aos EUA, em 350 peças, embaladas em 214 caixotes, tendo demorado cerca de um ano em viagem. A montagem e fixação do pedestal demorou quatro meses a estar concluído, por essa razão só a 28 de outubro de 1886 é que foi inaugurada, pelo então presidente norte-americano Grover Cleveland.

Logo após a sua construção foi grande o sucesso que alcançou, tendo rapidamente se tornando num importante símbolo tanto de Nova Iorque, como dos EUA. Para além disso é também considerada um Património Mundial da UNESCO, e desde 2007, é considerada uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo.

 

Estátua da Liberdade - Estados Únidos da América

 

A Estátua da Liberdade em números

Com uma altura total de 92,9m, sendo que 46,9m corresponde à altura do pedestal e 46m à altura da estátua, e com cerca de 225 toneladas de peso, o monumento faz parte do livro do Guinness, como a estátua mais pesada do mundo. Para chegar até ao topo é necessário ter alguma energia para subir os 354 degraus que a constituem, o equivalente a 22 andares.

Os turistas podem subir até à coroa, por um elevador acessível para esse mesmo efeito, e usufruírem de uma vista panorâmica magnífica.

 

Medidas de segurança adotadas

Após o atentado de 11 de setembro, a visita à Estátua da Liberdade passou a ser controlada por um sistema de segurança semelhante ao utilizado nos aeroportos, ou seja, os turistas devem passar a bagagem por um sistema de raios-X, e posteriormente devem eles próprios passar, descalços, por um detetor de metais. Todo e qualquer material potencialmente perigoso, tais como armas, facas ou isqueiros, são expressamente proibidos.

Só em 2009, a coroa foi reaberta ao público pela primeira vez desde os ataques de 11 de Setembro, em 2001, tendo já adotado este sistema de segurança.

 

 

 

Como visitar o monumento?

Para visitar a Estátua da Liberdade é necessário comprar um bilhete que inclui o transporte via Ferry Boat até a ilha, bem como um passe de visita ao espaço circundante do monumento, onde pode usufruir de uma vista privilegiada ao skyline de Manhattan e aproveitar para visitar as diversas lojas de recordações e souvenirs.

Durante um ano, o monumento esteve encerrado ao público com o objetivo de tornar a visita dos turistas mais segura e mais acessível para as pessoas com dificuldades de mobilidade.

Reabriu recentemente, em outubro de 2012, com melhores sistemas de alarmes contra incêndios, com melhores acessos às saídas de emergência, e ainda com melhores acessibilidades para as pessoas com cadeiras de rodas, que agora podem subir à estatua e ver o seu interior através dos elevadores.

Simbologia da Estátua da Liberdade

A estátua e o fogo da tocha, sempre acessos, que a mulher segura, representam a liberdade do povo. Na coroa existem 25 janelas que simbolizam as jóias preciosas encontradas na terra. Os 7 raios representam os sete continentes e os sete mares do mundo. Na mão esquerda a mulher segura uma tábua, que diz: 4 de Julho de 1776, em algarismos romanos, dia em que os Estados Unidos se tornaram independentes.

O poema gravado, aos pés da estátua, da autoria da poetisa judia americana, Emma Lazarus, traduz a ansiedade e a esperança dos norte-americanos durante a guerra com os ingleses.

 

 

@raimundo