O hormónio do amor cinco benefícios que vão te supreender

O hormónio do amor cinco benefícios que vão te supreender

13 Março, 2017 1 Por Staline Satola

 O hormónio do amor cinco coisas sobre ele que vai te impressionar.

Já ouviu falar do “hormónio do amor”? Trata-se de oxitocina , uma substância produzida pelo corpo humano quando há algum tipo de intimidade física. Ou seja, quando estamos abraçando alguém ou até amamentando, lá está ela, a oxitocina.

A substância quase mágica faz super bem para o nosso corpo e além de trazer esta sensação boa de afecto pode nos transmitir uma série de outras sensações.

Veja a seguir o que o “hormônio do amor” pode fazer no nosso corpo e surpreenda-se:

1- Estimula a generosidade

Segundo um estudo de ‘neuro economia’ (estudo do cérebro enquanto as pessoas tomam decisões económicas) afirmou que quem têm mais oxitocina no corpo tende a compartilhar mais dinheiro. Isso explica porque muitos casais dividem as contas – ou se endividam – mesmo não tendo condições para tal. O hormónio do amor é a base de tudo e todas manifestações.

2- Inibe o medo

Uma pesquisa recente descobriu que a oxitocina é capaz de inibir as regiões cerebrais relacionadas ao medo. Dá para acreditar?

3- Auxilia na digestão

A substância desempenha um papel importante na digestão de alimentos. De acordo com estudos científicos, a ausência de níveis adequados de oxitocina afecta todo o processo digestivo, deixando-o mais lento.

4- Faz bem para o coração

A substância ajuda a proteger o sistema cardiovascular. Ela dilata os vasos sanguíneos, diminuindo assim a pressão arterial, além de  ajudar a combater os radicais livres.

5- Ajuda a curar doenças de envelhecimento

Um estudo feito com camundongos revelou que, à medida que esses animais envelhecem, os níveis de oxitocina diminuem. Cientistas injectaram o hormônio nos bichinhos com lesões musculares e eles se recuperaram muito mais rápido do que aqueles que não haviam recebido a substância.

Com relação a humanos, não se sabe ao certo quando a substância passa a ser produzida em menores quantidades, mas a esperança é a de que futuramente o hormônio possa fazer parte de tratamentos para lesões causadas pelo envelhecimento. Muito bom isso. O que achas?